Hoje eu estava procurando na internet algum artigo que
falasse sobre dor na alma. Imaginei que ao
lê-lo sentiria um alívio no meu
coração. Não encontrei nenhum que pudesse me confortar então, decidi
escrever...
Somos como árvores, tantas vezes podadas, folhas mortas e,
renascidas, tantas vezes consumida pelo sol e tempestades , ela ainda
sobrevive.
Fico imaginando se as suas raízes tem a mesma força, se os
seus galhos ainda suportam os seus frutos com o mesmo vigor, se as flores
nascem com a mesma cor em cada estação ,
se as borboletas ainda a cobiçam com o mesmo entusiasmo.
Muitas vezes ao olharmos para trás percebemos que
vivenciamos muitas guerras e sobrevivemos; E quando olhamos para o nosso exterior não conseguimos
ver, exatamente, não conseguimos enxergar as marcas que essas guerras nos deixaram,
elas estão no mais profundo cantinho da nossa alma. Hoje encontrei a minha!
É num estreito canto de minha alma
Estreito canto que me acalma...
Não pelo canto simplesmente,
Pelo encanto perdido...
Pela fé corrompida...
Simples e Infante, tão distante...
Tão distante, não a dor, o Encanto...
Sim, hoje eu te encontrei...
Num estreito canto de minha alma...
As marcas que me fizeram "comover"...
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