quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Minha Alma

Hoje eu estava procurando na internet algum artigo que falasse sobre dor na alma. Imaginei que ao
 lê-lo sentiria um alívio no meu coração. Não encontrei nenhum que pudesse me confortar então, decidi escrever...
Somos como árvores, tantas vezes podadas, folhas mortas e, renascidas, tantas vezes consumida pelo sol e tempestades , ela ainda sobrevive.
Fico imaginando se as suas raízes tem a mesma força, se os seus galhos ainda suportam os seus frutos com o mesmo vigor, se as flores nascem com a  mesma cor em cada estação , se as borboletas ainda a cobiçam com o mesmo entusiasmo.
Muitas vezes ao olharmos para trás percebemos que vivenciamos muitas  guerras  e sobrevivemos;  E quando olhamos para o nosso exterior não conseguimos ver, exatamente, não conseguimos enxergar as marcas que essas guerras nos deixaram, elas estão no mais profundo cantinho da nossa alma. Hoje encontrei a minha!

É num estreito canto de minha alma
Estreito canto que me acalma...
Não pelo canto simplesmente,
Pelo encanto perdido...
Pela fé corrompida...
Simples e Infante, tão distante...
Tão distante, não a dor, o Encanto...
Sim, hoje eu te encontrei...
Num estreito canto de minha alma...
As marcas que me fizeram "comover"...

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